O KUMIM é um sistema de gestão para restaurantes, lanchonetes e redes de franquia que reúne compras, estoque por loja, escala e ponto da equipe, folha com eSocial, notas de fornecedor e conciliação bancária num sistema só, com um assistente de IA que responde sobre os dados da operação — de uma loja à rede inteira, com preço público por colaborador ativo.
Na cozinha, o cumim é o ajudante da brigada: deixa tudo contado, limpo e no lugar para os outros trabalharem. É esse o papel do sistema — contar, pedir, receber e fechar — para o gerente cuidar da loja.
O mesmo sistema, ligado de dois jeitos. Light e Pro não são preços diferentes: são o que está ligado para a sua operação.
Compras, estoque, escala e ponto da equipe, folha com eSocial e financeiro — o que o dono e o gerente precisam para tirar a operação da planilha e do grupo de mensagens, sem projeto de implantação.
Multiempresa: cada loja com o próprio CNPJ, estoque e equipe, e a franqueadora entrando em cada loja pelo mesmo sistema — posição de estoque por unidade, transferência entre os almoxarifados da mesma empresa e a folha de cada CNPJ no mesmo lugar.
Contar, pedir, receber, ajustar. Quatro tarefas que hoje moram em planilha, caderno e mensagem — e que no KUMIM deixam rastro e viram número.
Contagem por loja. A posição de estoque mostra o que devia ter, o que tem e a diferença — a perda deixa de ser surpresa do fim do mês.
Cadastro de fornecedores, cotação entre eles e pedido de compra gerado do que a loja precisa, com o histórico de compras à mão.
Recebimento conferido contra o pedido de compra, com os itens já preenchidos — sem digitar item por item. As notas do fornecedor chegam baixadas da SEFAZ, na área financeira.
A diferença da contagem vira ajuste, com quem fechou e quando; saídas por perda são lançadas à parte. Transferência entre almoxarifados da mesma empresa sai de um e entra no outro, com histórico.
O PDV vende; o KUMIM vai ler o que ele vendeu. A importação das vendas entra por dois caminhos — o XML da NFC-e, buscado na SEFAZ-SP, ou um agente instalado na loja — e não exige trocar de PDV nem homologar nada com o fabricante. É o que falta para fechar a conta da loja inteira, e está sendo construído agora.
Cada cupom da loja dentro do sistema, item a item, para cruzar com o estoque e com a folha.
A receita de cada prato com as quantidades; o custo por porção sai do preço pago ao fornecedor na última nota.
O que a venda deveria ter consumido contra o que a contagem mostra — por loja e por período, para achar onde a margem escapa.
Contagem, pedido e recebimento na mão do gerente, no celular, sem computador na loja.
A parte do KUMIM que já roda há anos em operações com milhares de pessoas em turno — agora com o vocabulário da loja.
Quem abre, quem fecha, quem folga: a escala montada por loja, com as regras de jornada e de intervalo aplicadas antes de virarem problema na folha.
Entrada e saída pelo celular ou por um tablet na loja, com foto e reconhecimento facial. Sem relógio de ponto, sem cartão, sem ponto batido por colega.
A folha nasce da escala e do ponto — hora extra, adicional noturno, DSR, férias, rescisão — e os eventos do eSocial saem do próprio sistema, para cada CNPJ da rede.
O que entra pela porta dos fundos e o que sai da conta, no mesmo lugar em que está o estoque.
As notas emitidas contra o CNPJ da loja são baixadas da SEFAZ e ficam no sistema — sem pedir XML por e-mail nem digitar nota.
O extrato conectado ao banco, cada lançamento casado com a nota ou o pagamento que o explica, com regras que aprendem com o que você categoriza.
Cada loja com o próprio financeiro, e a franqueadora vendo o conjunto — o mesmo cadastro de fornecedores e as mesmas regras.
O assistente de IA do KUMIM responde perguntas sobre a operação com os dados do próprio sistema, explica de onde veio cada número e leva você à tela certa com os filtros preenchidos. Cada empresa vê o assistente só com o que tem ligado — na loja única ele fala de compras e equipe; na rede, de cada loja e do conjunto.
Um número, publicado, o mesmo para a loja de esquina e para a rede. A conta é por colaborador ativo cadastrado — quem está de férias, afastado ou desligado não entra — e não muda porque a rede abriu mais uma loja.
É a mesma tabela do NIMER, o sistema de onde o KUMIM vem: 44 registros de ponto de um colaborador típico no mês × R$ 0,344. Valores de 2026, reajustados uma vez por ano, em janeiro, pelo IPCA do ano anterior — o mínimo acompanha, por ser derivado do valor por colaborador.
Conte só quem está ativo no cadastro — de uma loja ou da rede inteira. O simulador calcula no seu navegador; nada é enviado para a gente.
Abaixo de 10 colaboradores vale o mínimo por empresa. Cobrança em reais, mensal, sem fidelidade; reajuste em janeiro pelo IPCA.
O KUMIM é um sistema de gestão para restaurantes, lanchonetes e redes de franquia. Reúne compras (fornecedores, cotações e pedidos), estoque por loja (posição, inventário, recebimento e transferência), escala de turno, ponto por reconhecimento facial, folha com eSocial, notas de fornecedor baixadas da SEFAZ e conciliação bancária num sistema só, com um assistente de IA que responde sobre os dados da operação.
Para o restaurante ou a lanchonete de uma loja e para a rede de franquia com vários CNPJs. É o mesmo sistema: na loja única ficam ligados compras, estoque, equipe e financeiro; na rede entra o multiempresa — cada loja com o próprio CNPJ, estoque e equipe, e a franqueadora entrando em cada loja pelo mesmo sistema.
O que está ligado, não o preço. Light é a configuração de uma loja; Pro é a configuração de rede, com multiempresa (um CNPJ por loja) e estoque por unidade. Os dois custam o mesmo por colaborador ativo.
R$ 15,14 por colaborador ativo cadastrado por mês, com mínimo de 10 colaboradores por empresa (R$ 151,40 por mês). Sem taxa de implantação, sem fidelidade e sem cobrança por funcionalidade: tudo o que está no sistema entra no mesmo preço. Os valores são de 2026 e são reajustados uma vez por ano, em janeiro, pelo IPCA do ano anterior.
Ainda não — está em construção e chega até dezembro de 2026. A importação vai funcionar com qualquer PDV, sem homologação: pelo XML da NFC-e buscado na SEFAZ-SP ou por um agente instalado na loja. Quem quiser ser avisado entra na lista de espera pela página de contato.
Não. O KUMIM não é PDV e não pretende ser: o seu PDV continua vendendo, e o KUMIM cuida do que acontece antes e depois da venda — compras, estoque, equipe e financeiro. A leitura das vendas, quando ficar pronta, vai ler o que o PDV já emite.
Ainda não. Ficha técnica com custo por porção e CMV teórico × real por loja estão em construção, junto com a importação das vendas, com previsão até dezembro de 2026. Hoje o sistema já mostra a posição de estoque por loja, o inventário com as diferenças e o preço pago em cada nota — a base sobre a qual o CMV vai ser calculado.
A escala de turno é montada por loja, com as regras de jornada e de intervalo. O ponto é registrado pelo celular ou por um tablet na loja, com foto e reconhecimento facial — sem relógio de ponto. Escala e ponto alimentam a folha, que sai com hora extra, adicional noturno, DSR, férias e rescisões, e os eventos do eSocial são enviados pelo próprio sistema.
Responde perguntas sobre a operação com os dados do próprio sistema, explica de onde veio cada número e leva você à tela certa com os filtros preenchidos. Cada empresa vê o assistente só com as funcionalidades que tem ligadas.
Sem taxa de implantação e sem fidelidade: a cobrança é mensal, contra o CNPJ de cada empresa. O primeiro passo é a página de contato — conte quantas lojas e quantas pessoas você tem e o que roda a operação hoje. A gente responde com franqueza se o KUMIM serve e por onde começar.
Quantas lojas, quantas pessoas, que PDV roda hoje e onde dói mais. A gente responde com franqueza se o KUMIM serve e o que já dá para ligar — e diz o que ainda está em construção.
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